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[EP] Synthetic Blood – Protosynth
by Vinícius Dutra on ago.30, 2010, under Albuns, Música
Nós, do Synthetic Blood, temos o orgulho de apresentar pra vocês, e exclusivamente para o Raveway, o lançamento do nosso primeiro EP !! Depois de 3 anos de muito trabalho, sets e produções, finalmente concretizamos o que tínhamos em mente para o projeto: em EP que pudesse transmitir toda a transição do que foi e que tem sido o Synthetic Blood desde 2007 até hoje.
Num mercado onde as tendências apontam diretamente ao que seria o “mainstream”, temos como ideal manter o conceito do som antigo, do “old is cool” , que está em baixa na cena atual. Cada dia que passa, projetos que serviram como referêncial para nós vêm abandonando a linha que tanto nos incentivou e seguindo uma linha mais “comercial”, digamos assim.
Não viemos com a proposta de criar uma resistência underground, mas sim de resgatar e manter as origens do progressive trance, para que gerações que se iniciam agora na música eletrônica, e também gerações que hão de vir, possam ter a mesma oportunidade que tivemos alguns anos atrás, e que também possam compartilhar e levar isso pra frente, formando um ciclo.
Agradeço a todos que têm acompanhado nosso trabalho desde o começo, e que nos incentivaram, seja presenciando sempre nossos Lives e Sets, ou seja com críticas construtivas ao nosso som, que certamente foi a soma de tudo isso que nos fez chegar aonde estamos hoje.
Paz e Luz a todos vocês, e espero que possamos atingir e superar as expectativas.
Att.
Vine

Trazendo um release seguindo uma linha mais underground e um som mais psicodélico, a Psyseed Records traz o EP Protosynth. Procurando manter as raízes do progressivo, Synthetic Blood segue uma linha de som com graves firmes, melodias e synths carregados e baixos concisos. O ideal é preparar o consciente e o subconsciente para um estado de alpha, abrindo olhos espirituais e novos horizontes através da celebração da dança e da psicodelia. Esperamos trazer a todos vocês ótimos “flashbacks” de momentos vividos anteriormente, e inspirar alegria e paz através de nosso som. Que novos e antigos, underground ou mainstream, ravers ou clubers, possam assimilar essa idéia e esse conceito, e se unirem em prol da psicodelia e da celebração à vida!!
Enjoy It !!
Synthetic Blood
by Vinícius Dutra on ago.18, 2009, under Música
Synthetic Blood é Vinícius Dutra e Alexandre Drummond. Conhecendo cada dia mais cada estilo e suas vertentes, acabam se apaixonando pelo progressive trance, ao qual se dedicam hoje. Synthetic Blood é um projeto que mescla o peso de um progressivo mais agressivo e melodias altamente psicodelicas. Seguindo uma linha mais melódica, com graves firmes e secos, Synthetic Blood traz à tona um desafio de fazer um som que seja tanto viajante quanto dançante, capaz de aflorar os sentidos de qualquer pessoa.
Com um set que inova os conceitos de mixagem e estrutura, Synthetic Blood se lança no mercado da música eletrônica, priorizando o conceito underground, e deixando de lado a comercialidade. O conceito “arte” fica bem explícito nas produções individuais e sets.
Se você tem interesse em conhecer o som, aqui vai alguns links:
MySpace: www.myspace.com/syntheticb
Dj Set Agosto: http://rapidshare.com/files/267077313/Synthetic_Blood_-_Agosto.09.mp3
Psicodelia: uma ideologia.
by Vinícius Dutra on jul.22, 2009, under Espiritualidade
Para muitos a psicodelia pode ser apenas um momento a ser curtido, uma sensação boa de alguns momentos, mas para outros a psicodelia é algo muito mais sério e intenso do que isso.
O termo “psicodelia” origina-se da composição das palavras gregas psiké (alma) e delos (manifestação), trazendo à tona o verdadeiro sentido desse conceito para muitas pessoas.
A busca infindável pelo conhecimento próprio, pela capacidade de conseguir sentir fisicamente aquilo que sua alma e sua mente não são capazes de exprimir. O realce dos sentidos.
A visão mais atenta, com uma sensibilidade maior à luz, faz com que as cores tornem-se mais vivas, com que os movimentos sejam mais facilmente percebidos e acompanhados pelos olhos. Texturas tornam-se mais agradáveis e hipnotizantes.
A dilatação dos brônquios e bronquíolos facilitam a respiração, fazendo assim com que você respire melhor, assimile melhor os odores e perfumes.
O estímulo sensorial do cérebro faz com que o tato e a pele tornem-se super sensíveis, fazendo com que o toque ou qualquer outro tipo de experiência e contato de pele torne-se muito mais prazeroso. Um bom banho, uma carícia, o suor, o calor e frio têm impacto muito mais forte em relação a sensação sentida.
E, finalmente, a abertura de mente. A pré-disposição a fazer análises pessoais, introspecções, e similares. Seus valores e atitudes passam a ser questionados por si mesmo. Um momento de intimidade com o seu sub-consciente e com a sua alma. Uma descoberta imensurável de si mesmo, e de algumas coisas que você jamais pensou que consegueria externar.
Uma ideologia a ser pensada, muito bem pensada, por assim dizer. E, claro, conduzida por um ótimo fundo musical.
Vinícius Dutra
A simplicidade.
by Vinícius Dutra on jul.10, 2009, under Pensamentos
Muitas vezes as coisas que parecem ser extremamente simplórias, se observadas com cautela, nos revelam os segredos mais inesperados. O cenário é uma praça. Você se senta, e começa a observar o que, muito provavelmente, acontece todos os dias. A senhora corre pra pegar o ônibus, o rapaz caminha rumo ao trabalho enquanto ajeita a gravata.
Os velhinhos jogam cartas e tomam seu café, celebrando a conquista de um descanso mais que merecido, ainda que a aposentadoria mal dê para sustentar sua família, mas isso já não importa mais.
Os olhos cansados contemplam durante todo o dia um cotidiano que, pra muitos, é extressante. Agradecem a Deus cada dia, por terem sido agraciados com mais um dia de vida, e sabem que sua longevidade é uma dádiva. Regozijam-se com os amigos e conhecidos a cada dia, pois talvez possa não haver amanhã.
Uma manhã bonita de sol, alguns amigos, um café, um cigarro, e a oportunidade de poder sentar-se e pensar no que quiser, a hora que quiser … Simples, mas significativo.
E você, dá valor ao que é simples?




