Espiritualidade
Todos Podemos!
by Camila Rocha on nov.18, 2009, under Espiritualidade
O mundo precisa de nós!
Parece que essa frase é conhecida por aí…
Cada vez mais é necessário agir, comunicar,
Criar possibilidade para o viver de amanhã,
Dialogar entre diferenças, evitar desperdícios!
Reciclar embalagens antes de virarem lixo…
E pensar nisso antes de comprar e gastar.
O mundo precisa dos jovens, dos velhos,
Dos adultos, das crianças, das mulheres e homens,
Dos sem rótulos ou títulos ou cargos,
Precisa daqueles que o amam…
Afinal de contas, o mundo é a casa de cada um.
Emitir mais ou menos gases nocivos ao planeta
Para alguns pode não ser tema importante
Quando esquecem do coletivo, do próximo,
E dos demais seres que habitam o planeta.
Lembrar que a vida seguirá existindo apenas
Quando houver mais amor, menos ganância,
Mais comunicação, mais tolerância,
Mais humildade e menos arrogância.
Efetuar a transformação a cada dia,
Em prol do bem comum,
Pois nascer é transformar e ser feliz,
E todos podemos, basta FAZER!
Psicodelia: uma ideologia.
by Vinícius Dutra on jul.22, 2009, under Espiritualidade
Para muitos a psicodelia pode ser apenas um momento a ser curtido, uma sensação boa de alguns momentos, mas para outros a psicodelia é algo muito mais sério e intenso do que isso.
O termo “psicodelia” origina-se da composição das palavras gregas psiké (alma) e delos (manifestação), trazendo à tona o verdadeiro sentido desse conceito para muitas pessoas.
A busca infindável pelo conhecimento próprio, pela capacidade de conseguir sentir fisicamente aquilo que sua alma e sua mente não são capazes de exprimir. O realce dos sentidos.
A visão mais atenta, com uma sensibilidade maior à luz, faz com que as cores tornem-se mais vivas, com que os movimentos sejam mais facilmente percebidos e acompanhados pelos olhos. Texturas tornam-se mais agradáveis e hipnotizantes.
A dilatação dos brônquios e bronquíolos facilitam a respiração, fazendo assim com que você respire melhor, assimile melhor os odores e perfumes.
O estímulo sensorial do cérebro faz com que o tato e a pele tornem-se super sensíveis, fazendo com que o toque ou qualquer outro tipo de experiência e contato de pele torne-se muito mais prazeroso. Um bom banho, uma carícia, o suor, o calor e frio têm impacto muito mais forte em relação a sensação sentida.
E, finalmente, a abertura de mente. A pré-disposição a fazer análises pessoais, introspecções, e similares. Seus valores e atitudes passam a ser questionados por si mesmo. Um momento de intimidade com o seu sub-consciente e com a sua alma. Uma descoberta imensurável de si mesmo, e de algumas coisas que você jamais pensou que consegueria externar.
Uma ideologia a ser pensada, muito bem pensada, por assim dizer. E, claro, conduzida por um ótimo fundo musical.
Vinícius Dutra
O uso sacramental de plantas enteógenas (e sua banalização) !
by Thiago Cavalcanti on jun.23, 2009, under Espiritualidade

7-Flor (equivalente ao Deus asteca Pilzintecuhtli) segurando cogumelos enteógenos (Codex Vindobonensis, cultura Mixteca)
Desde tempos primordiais, o homem vem explorando a natureza e seus poderes, se misturando ao seu próprio habitat. Nele, os povos antigos encontraram espécies de vegetais resistentes para a construção de habitações e embarcações, tendo sido fundamental para a própria fixação e expansão de domínios, desbravando mares.
Expandiram também sua sabedoria em relação às propriedades medicinais dos vegetais, e vieram a descobrir algo que mudaria a sociedade mundial totalmente: que certas plantas podem alterar a consciência e percepção humanas. Nos dias de hoje, conhecemos tais plantas como enteógenas. Enteógeno, ou, a grosso modo, “Deus dentro”, é um termo apropriado para as conhecidas “plantas sagradas” ou “plantas de poder”. Há milênios, o homem vem fazendo uso dessas plantas, em busca de conhecer melhor a si mesmo, de entrar em contato com o divino, de transcender o plano material.
Através dos enteógenos, a vida ganhava novos sentidos, o homem passava a compreender melhor tudo aquilo que ocorria a seu redor, no Universo, enxergou e empreendeu caminhos além da carne, caminhos espirituais, menos egoístas. As plantas ensinavam, e ainda continuam a ensinar, muitas coisas aos seres humanos.

